O sítio onde podes ver como vive uma rapariga com muitos sonhos... e com força para os concretizar :)

Indo eu, Indo eu, a caminho do Gerês... :D

 

 

[Uns diazitos fora para descansar]

 

 

Deixo-vos algo para rirem um pouco :)

 

Pensado e refletido por my_little_things às 15:10 | link do post
Hoje estou: Descansada :)
Ao som de: A do avião a passar ao pé da janela :)

Decidi retomar o cantinho dos blogs - sítio onde podemos despejar os nossos pensamentos e esperar que alguém nos preste atenção.

E desta forma, aqui estou eu, de novo, mais crescida, com pensamentos mais meus, se é que me entendem.

Senti a necessidade de voltar agora. Acho que todos nós sentimos a necessidade de parar e retomar por diversas vezes. Pois é, assim o fiz, parei mas decidi retomar :)

 

Passaram-se muitas coisas desde que deixei de escrever aqui. Continuei o meu curso na faculdade, tirei a carta de condução, arranjei um carrito, continuo com as aulas de inglês, estou prestes a terminar a minha licenciatura e a iniciar o meu mestrado e... irei um semestre para fora fazer Erasmus. E agora vocês perguntam: para onde? Pois bem, fui colocada em GERMANY! :) Foi a minha primeira opção.

 

Vi na Alemanha uma forma, não só de me tornar independente por alguns meses, mas também de conhecer novas pessoas e, acima de tudo, para crescer um pouquinho mais. Ah e as aulas em inglês e o curso intensivo de algumas semanas em alemão, também serão experiencias bastante gratificantes, eu espero. :)

 

Por agora é tudo. Aguardo notícias vossas!

Já tinha saudades!

 

:D

 

 

Pensado e refletido por my_little_things às 18:53 | link do post
Hoje estou: De Volta :)

Exames e mais exames, uma roda viva.

Ao entrar naquele auditório, todos sentem aquele nervosismo típico da ocasião. Se calhar precisamos de sentir mais positividade nestas alturas e estar calmos de modo a não falhar (pelo menos muito).

Hoje senti-me bem. Senti-me forte e coesa, positiva e calma. Não sei se foi bom, mas de facto quando estamos calmos, as ideias tendem a fluir mais rapidamente e eficazmente.

 

De facto, foi o que eu senti.

 

Boa sorte a todos os que se encontram nesta fase.

Pensado e refletido por my_little_things às 22:23 | link do post
Hoje estou: Bem
Ao som de: A das teclas do meu portátil quando eu lhes toco :)

Happy New Year Everybody :)

 

 

 

 

 

 

Desculpem a ausência. Prometo que serei mais assídua...

 

Muah *

Pensado e refletido por my_little_things às 21:45 | link do post
Hoje estou:

Tenho andado um pouco ausente. O trabalho é tanto que não me deixa tempo para vir aqui ler as vossas maravilhosas histórias bem como escrever as minhas.

 

Vou-vos deixar com uma música que marcou estes dias, talvez porque tive a oportunidade de ir assistir ao "Fame", um bonito espectáculo cheio de cor, luz e alegria.

 

I want to make magic
I want to be bigger than I am
I want to make people really care
Really give a damn

I want to make magic
I want to breathe fire on the stage
I want to make every single line
Jump right off the page

I want to do it all from A to Z
I want to do 'The Lion in Winter'
Brecht and Harold Pinter
Sophocles, Eugene O'Neill

I want to really see what I can be
Another Jason Robards or DeNiro
Play a tragic hero
Go for it all and really show the way I feel

I want to make magic
I want to electrify the place
I want to be more than just a fool
With make-up on his face

I want to make magic
Magic
Magic
 
I want to make magic - Fame Musical
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Um abraço e um beijinho caloroso para todos os que visitam o meu espaço e me presenteiam com as suas opiniões. :)

 

Pensado e refletido por my_little_things às 17:02 | link do post
Hoje estou:
Ao som de: I miss your love - Maria Mena

 

Porque quando nos sentimos menos bem, existe sempre alguém que nos acarinha e nos tenta confortar com certas palavras e actos.

 

Ontem, estava, sinceramente, um pouco abatida pelo ritmo que tenho vindo a levar há algum tempo para cá. Sentia que nada corria bem e que não conseguia colher frutos de todo o esforço e de toda a dedicação que tenho demonstrado. Entrei no messenger, como faço quase todos os dias, e encontro online uma amiga com quem ja não falava há algum tempo. Confesso que tinha imensas saudades dela e também de todas as nossas conversas. Ela tinha a capacidade de me ouvir e confortar. Por razões da vida seguimos caminhos diferentes. Quando ela me perguntou se estava tudo bem, caiu uma lágrima no teclado. Eu respondi "vai-se andando" e que tinha muitas saudades dela. No momento seguinte, ela diz "Olha não é tarde, nem é cedo. Não vamos adiar mais a nossa saída. Passo aí às 21h para te apanhar". Eu fiquei sinceramente feliz. Parece que naquele momento vi uma luz ao fundo do túnel. Estava a sentir que alguém se preocupava comigo. Quando ela chegou, começámos a falar, a falar, a falar, e no final senti-me bem melhor.

 

Isto tudo para dizer o quanto é bom termos alguém que nos acarinhe e nos aconselhe em certas situações da vida que nos custam muito mas que nos fazem crescer e aprender a viver neste mundo.

 

Isto tudo para dizer que os amigos verdadeiros são o nosso ouro!

 

 

 

 

Obrigada a todos os que têm visitado o meu sítio e me têm confortado e aconselhado com tão boas palavras :) 

 

 

Pensado e refletido por my_little_things às 19:59 | link do post
Hoje estou: Mais leve
Ao som de: Brandi Carlile - The Story

Às vezes penso que a vida não é justa.

Às vezes penso que me falta alguma coisa.

Às vezes penso que nunca mais vou conseguir voltar a sorrir (a sério).

Às vezes penso que estes rios que inundam a minha cara nunca irão secar.

Às vezes penso que podia, queria, gostaria, desejaria, veneraria, ser feliz.

 

Mas nem tudo é como desejamos. Andar ao sabor da maré deve ser a melhor solução. Pensar que amanhã é o último dia. Pensar que toda esta vida é curtissima. Pensar que posso mudar tudo...

 

Talvez por pensar tanto em tanta coisa, é que nada disto se concretizará!

Pensado e refletido por my_little_things às 19:57 | link do post
Hoje estou: Sem rumo
tags:

Vida em câmara lenta,
Oito ou oitenta,
Sinto que vou emergir,
Já sei de cor todas as canções de amor,
Para a conquista partir.

Diz que tenho sal,
Não me deixes mal,
Não me deixes…

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Notícia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…

Vida à média rés,
Levanta os pés
Não vás em futebois, apesar…
Do intervalo, que é quando eu falo,
Para não me incomodar.

Diz que tenho sal,
Não me deixes mal,
Não me deixes…

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Notícia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…

Não me deixes já
A história que não terminou
Não me deixes…

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Notícia do jornal

O quadro minimal… Sou eu…
No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…

 

 

Perfume e Rui Veloso - Intervalo

Pensado e refletido por my_little_things às 21:21 | link do post
Hoje estou: Bem
Ao som de: Intervalo - Perfume e Rui Veloso
tags:

 

Someday, perhaps, the sun will shine again.

 

Resolvi ir à busca do desconhecido. Comecei por percorrer uma estrada com sentido único. Essa estrada era longa e nela não se encontrava ninguém. Via montes robustos cheios de enormes calhaus e lá no horizonte podia ver o sol a brilhar como naqueles fantásticos dias de Verão. Do meu lado direito encontrei uma floresta imensa cheia de todo o género de árvores. Perante aquela luz toda, a floresta era escurissima. Senti curiosidade em ver o que a fazia tão escura.

Entrei, com um certo receio. Pé ante pé fui descobrindo pequenos animais escondidos na florestação. Vi uns esquilos com uns dentes bastante visíveis no exterior e com uma vontade imensa de roer alguma bolota. Trazia amendoins no bolso. Dei-lhe um mas ele não quis e lançou-o para o meio das ervas. Depois ouvi um som esquisito. Só quando olhei para o chão percebi o que era. Era algo grande, que rastejava progressivamente pelo chão. Quando me apercebi do que se tratava, já ela se encontrava a poucos metros de mim. Comecei a correr, a correr, como se não houvesse mais nada. Depois de correr uns largos minutos, comecei a abrandar o passo e a apreciar o que havia naquela floresta escondida.

Já não via ninguém há umas horas e confesso que isso me assustava. Finalmente encontrei uma casinha no meio de duas árvores. Era uma casa amarela com janelas cinzentas de metal e a chaminé fumegava como se fosse um temeroso dia de inverno. Tive curiosidade em saber o porquê de tanto fumo num maravilhoso dia de Verão. Assim, decidi bater à porta e ver o que estava do outro lado que fazia a chaminé fumegar tanto. Bati, bati, mas ninguém abria aquela porta cinzenta já lascada e velha. Resolvi desistir porque ninguém me respondia. É certo que tinha de haver alguém naquela casa porque a chaminé não poderia fumegar sozinha. Resolvi inverter o caminho e voltar para trás. Quando já tinha percorrido alguns metros, ouço um chiar intenso. A porta tinha-se abrido. Eu não tinha percebido o que era e continuei o caminho.

Alguém com uma voz fina mas intensa exclama: - Espera! Eu olhei para trás e vi uma pessoa. Era alguém com tamanho singelo e inofensivo. Fiquei tentada a voltar para trás e a ir desfazer a minha curiosidade mas não o fiz. Talvez por medo ou se calhar por me encontrar naquele sítio sozinha preferi falar com aquela velhinha precisamente do sítio de onde me encontrava.

Era uma mulher já com uma certa idade. Tinha o cabelo apanhado e com um tom acinzentado. Tinha um ar corcundo, talvez pela idade que possuia. Perante aquela exclamação da senhora velhinha, apenas pedi desculpas por a ter incomodado e expliquei que apenas bati à porta porque não conseguia imaginar que alguém poderia viver naquela escuridão.

Eis que ela me respondeu, deixando-me boquiaberta e sem palavras: - É dificil para ti imaginares-te a viver num sítio em que nunca vês a luz do sol com perfeição. Sabes, há uns anos, esta casa foi construida perto de uma estrada e só existia uma pequena fonte ali ao fundo e um conjunto de pinheiros que me acordavam todas as manhãs com aquele cheiro intenso. Apaixonei-me por este sítio. Conforme os anos foram passando, a floresta começou a estender-se, até que ficou assim. Nunca tive coragem de sair daqui, mesmo não podendo ver o sol todos os dias. Tenho esperança que um dia o sol consiga atravessar este arvoredo e que não precise de acender todos os dias a pequena fogueira com os pauzinhos de pinheiro que vou organizando durante todo o ano para me aquecer a mim e a esta singela casa.

Fiquei possessa. Como é que alguém conseguia viver sem ver a luz do Sol? Como era possível? Não conseguia imaginar. A senhora retomou: - Vejo-te muito surpreendida. Talvez aceites um chá e me faças companhia. Eu sorri, como se me estivessem a oferecer um chocolate. Não podia desperdiçar um monte de histórias antigas e cheias de carisma. Aceitei com todo o gosto, retomando o caminho em direcção daquela casa que me chamou bastante a atenção, na esperança de ouvir as melhores aventuras de sempre. Entrei, sentei-me numa cadeira de madeira antiga que parecia feita de carvalho. Era madeira grossa e escura. Serviu-me um chá que tinha um sabor muito particular. Adorei mas não perguntei de que era, talvez por querer manter o sabor na minha boca e não me querer assustar com o que poderia originar aquele sabor tão agradável. Começámos a conversar e eu comecei a deliciar-me com aquelas histórias. Fiquei por ali...

Pensado e refletido por my_little_things às 18:14 | link do post
Hoje estou: Rica
tags:

Parece que foi ontem que tudo mudou.

Eu era vidrada na amizade e completamente eufórica por festas e diversão. Dava tudo por uma noite de música, por ir dançar nem que fosse apenas só até há uma hora da manhã. Naquele tempo (falo como se fosse muito velha), quando tinha uns dezasseis anos, achava que o mundo era cor-de-rosa e que o que era importante era a diversão. Era bem-disposta e apenas me queria divertir sem namoros nem pensamentos românticos. Tinha uma certa rebeldia dentro de mim, aliás desde de bem pequena que era uma rebelde-respeitadora-das-regras.

Mas algo fez com que aquela menina rebelde-inocente mudasse.Um dia, depois de muitas "bocas", uma amizade se gerou e uma confissão me foi feita. Nunca acreditei muito nos sentimentos nem na veracidade das pessoas ao referi-los. Sempre acreditei no amor eterno, é certo, mas nunca para mim. Não acreditava que aquilo me estava a acontecer. Alguém se tinha apaixonado pela minha rebeldia-respeitadora-das-regras, pelo meu bom humor e simpatia, pelo que eu tinha de melhor.Ele dizia que gostava do meu olhar e da minha ponderação quando falava. Geralmente nunca dizia nada fora de horas nem o que não devia dizer. Demorei algum tempo a acreditar. Quando acreditei sentia-me insegura e pouco preparada para uma relação "séria", como ele dizia. Eu sabia que aos dezasseis anos não poderia ser "séria", mas ele dizia aquilo com tanta convicção que, houve um dia em que não consegui resistir mais. Apaixonei-me por ele.

A partir daí estávamos sempre a falar, aliás o típico das relações. Ele dizia que conseguia falar comigo de coisas que jamais teria coragem de falar com alguém. Dizia que eu não tinha a mentalidade daquelas meninas fúteis que só pensavam em roupas, sapatos e maquilhagem. Eu ficava feliz quando ele dizia aquelas coisas. Mas, apesar disso, nós éramos muito diferentes. Eu tinha uma mentalidade mais realista da vida, importava-me muito com as opiniões dos outros e não gostava de dar nas vistas. Ele era o contrário. Adorava uma boa brincadeira e tinha uma criança dentro dele a praticamente todas as horas do dia. Eu comecei a sentir-me insegura. Comecei a pensar que ele não gostava de mim e que só se queria divertir. Eu gostava mesmo dele. Apesar de todos aqueles "amo-te" que ele proferia sem dúvidas, houve um dia, que depois de muito pensar, decidi dar um tempo.

Ele caiu, aliás o mundo para ele caiu. Reagiu muito mal e não queria voltar a falar comigo. Segundo os amigos dele, ele ficou muito tempo retido em casa com desgosto, o que não sei se é verdade. Passado algum tempo, depois de ele me ter evitado várias vezes, lá consegui falar com ele. Ele disse que estava muito magoado e que não sabia o que fazer nem dizer. Eu estava cada dia mais triste com aquilo que tinha feito. Se o arrependimento matasse, já não estaria ali. Entretanto, ele para mostrar que conseguia viver sem mim, namorou com outra pessoa, gozou com a minha cara e todos me diziam para esquecer tudo. Eu não conseguia porque gostava mesmo dele.

Perante o meu sofrimento lá voltámos a namorar, contra tudo e contra todos. Estavamos finalmente felizes quando tive de estar duas semanas fora com os meus pais. O mundo para mim caiu. Mais uma vez longe de quem realmente me fazia feliz. Foram duas semanas intensas, com muitas mensagens da minha parte e dele apenas uma por dia. Sentia-me triste mas desejosa por voltar. Quando voltei senti-o diferente. Começou a evitar-me e mal conseguia estar com ele. Não sabia o que se passava. Um dia, o pior de todos, ele disse-me que queria dar um tempo mas com um ar feliz. Nunca o entendi. Respeitei a vontade dele sem entender e sem ter coragem de perguntar porquê. Andou meses a provocar-me. Desempenhava o típico papel do "não come nem deixa comer". Eu gostava mesmo dele mas continuava sem entender porquê.

Descobri que nas tais férias conheceu outra pessoa que por acaso estava de passagem e que logo voltou para onde vive. Mantinham um namoro virtual e só tinham estado juntos uma vez pessoalmente. Não entendo. Ainda hoje não entendo como um "amor a sério" como ele dizia, acabou de tal forma.

Foi dificil viver tudo isto. Foi dificil ouvir as palavras dos meus "amigos" que só diziam "eu bem te avisei" e "eu disse-te que ele não gostava de ti" mas que sabiam tudo o que se tinha passado e não me disseram nada.

Passou um ano e seis meses. Fui para a faculdade, conheci outras pessoas mas ele nunca deixou de me "perseguir". Encontrava-o várias vezes. Ele fazia questão que eu o encontrasse e adorava quando me encontrava. Consegui ultrapassar tudo mas estive à beira de uma depressão. Tinha insónias regularmente, não queria falar com ninguém, sentia-me feia e desprezível. O que ainda me fazia sentir pior era toda a gente dizer-me que eu era linda e que não merecia nada daquilo. Isso fazia-me sentir ainda pior.

Hoje acredito que mereço encontrar o meu caminho e que esse caminho há-de ser o melhor. Acredito que se existe alguém que regule o mundo, esse alguém há-de olhar para mim e ver que sofri com algo injusto. Talvez seja ingrato dizer isto, uma vez que somos nós que construimos o nosso caminho, mas apesar disso, acredito que existem coisas que estão pré-destinadas.

 

 

Desculpem o desabafo. Este foi apenas um resumo da minha história, deixando um pouco de parte pormenores que a completavam na íntegra mas que eram impossiveis de dizer num post.

Achei que tinha de (re)começar com a minha história. Só assim faria sentido.

 

 

Bom fim de semana*

Pensado e refletido por my_little_things às 00:01 | link do post
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